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Terapia do gelo na estética

Terapia do gelo também tem usos estéticos

No Brasil, não há nenhuma câmara de resfriamento como a da Inglaterra.

Mas fisioterapeutas e dermatologistas daqui têm usado a crioterapia tanto para tratar lesões quanto para eliminar gordurinhas.

Para reduzir alguns números no manequim, enfaixa-se o corpo depois de banhá-lo com loção gelada à base de cânfora, álcool e menta, segundo a professora de fisioterapia da Universidade Metodista de Piracicaba Maria Silvia Campos, que estuda a crioterapia.

A técnica, diz ela, libera adrenalina, estimula o metabolismo do corpo e aumenta o gasto calórico.

Deve chegar ao Brasil nos próximos meses um aparelho lançado há um ano nos EUA, que também usa o frio para fins estéticos.

O "CoolSculpting" resfria a pele em torno de zero grau e promete quebrar as células de gordura, que depois são metabolizadas.

O aparelho foi aprovado pelo FDA em setembro de 2010 e, segundo o dermatologista Jardis Volpe, membro da Academia Americana de Dermatologia, deve chegar ao Brasil em breve.

Assim como o enfaixamento, ele é indicado para pessoas com peso normal ou leve sobrepeso.

Para o tratamento de lesões, a novidade é uma máquina que faz compressas na área lesionada em baixas temperaturas, segundo o fisioterapeuta Mauricio Garcia, do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte.

A terapia se soma a sprays e imersões em gelo, que reduzem dor e inchaço.

Mas todos seguem a mesma ideia da compressa de gelo, um anti-inflamatório natural e o mais clássico dos tratamentos gelados. "Podem inventar o que quiserem, mas crioterapia é uma só", diz Garcia.

TRATAMENTO DE PICOLÉ

Indicações
A crioterapia reduz a dor e a inflamação de lesões musculares e ajuda no combate ao estresse e ao cansaço

Contraindicações
Pessoas com diabetes, epilepsia, claustrofobia e doenças cardiovasculares. O tratamento também não é recomendado a gestantes, pessoas com problemas respiratórios e pacientes com câncer.